Olhar Econômico

08 novembro, 2005

Culpar o Protocolo de Kyoto?

Alguns países de primeiro mundo, também conhecidos como os mais poluidores do globo, acharam uma forma bem original para barrar, isto mesmo, barrar a idéia de redução na emissão de gases de efeito estufa. Que, todos sabem, traz sérios danos para a saúde do planeta. Bem, um estudo do Conselho Internacional para formação de capital levantou que a implantação das propostas que servem de base para o Protocolo de Kyoto, além de se tornarem muito caras para os países que as implantarão vai gerar uma queda, isso mesmo, uma redução no crescimento econômico europeu. Ora, e o bem-estar de suas populações? E a poluição e degradação do mundo? As calotas polares? Ao que me parece esses países, ditos de primeiro mundo, se consideram os únicos usúarios do globo e acreditam que podem poluir a vontade, mas isso tem um limite e a natureza já dá sinais. Os recursos hídricos é um exemplo clássico. O Brasil tem um potencial grande a explorar com a implantação do Protocolo, que é a venda de créditos de carbonos. Mais detalhes nesta reportagem da BBC...

2 Comments:

  • Muito interessante esta matéria Joselmar, o protocolo de Kyoto é uma forma cônscia, louvável e muito importante para o ecosistema mundial que vai funcionar como um mecanismo de débito e crédito, pois quem poluir ou emitir gases poluentes(débito)terá que comprar(créditos) dos países que poluem menos, fazendo com que o Brasil, por exemplo, fature bilhões de dólares....

    By Blogger Joel Martins, at 11/08/2005 04:23:00 PM  

  • É verdade meu caro, você escreveu de forma apropriada. Um mercado promissor com toda certeza e o Brasil pode e deverá despontar pelo seu baixo nível de emissão de gases de efeito estufa, se comparado com outras potências mundiais. Mais um nicho de mercado para os economistas ambientais, não é verdade? Pelo que vi em sala de aula, já tem alguns colegas explorando esse novo campo e abordando em suas monografias. [ ]s, Joselmar

    By Blogger Joselmar Silva, at 11/08/2005 04:40:00 PM  

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